Bom dia, boa noite ou boa sorte, dependendo do estrago que a esquerda fez hoje.
Acabou de sair. A Polícia Federal mandou um novo inquérito contra Flávio Bolsonaro para o STF. E o sorteio caiu em Alexandre de Moraes.
A acusação fala em lavagem de dinheiro e ocultação de bens. O elo seria o advogado Willer Tomaz. Segundo o Diário360, a história envolve conta empresarial compartilhada, uma holding e voos em jatos executivos para o exterior.
A defesa diz que o vínculo é “uma profunda amizade pessoal” e nega qualquer irregularidade financeira. Tá na mesa. Vamos ver o que aparece.
O MESMO NOME, DE NOVO
Uma coincidência acontece. Duas, já chama atenção. Quando o mesmo ministro volta a pegar mais um caso de alto impacto contra a oposição, isso deixa de ser coincidência. Vira padrão.
E o padrão incomoda. O princípio do juiz natural, que existe pra ninguém escolher o juiz do próprio processo, virou piada de bar. Quem decide quem julga? Essa pergunta não tem resposta boa pro sistema.
A MÁQUINA DO CERCO
Espera a investigação. Espera o relatório. Espera a defesa responder. Enquanto isso, o nome do Flávio roda em todo jornal, todo grupo de zap e todo debate de campanha.
Aí é que está o truque. A PF abre, o STF recebe, o sorteio cai no mesmo gabinete, e o eleitor fica com a impressão de culpa antes de qualquer decisão. Chama do que quiser: investigação, cerco, sequência. O efeito é o mesmo. Um candidato à Presidência sendo sangrado em praça pública.
Se o sorteio sempre cai no mesmo gabinete, a quem serve esse sorteio?
QUEM PAGA ESSA CONTA
Quem paga é você. O eleitor que escolheu um lado e vai ver a campanha inteira virar processo. O cidadão que não tem advogado, não tem holding e não tem jato, mas assiste a esse teatro com a conta no bolso.
Essa é a parte que ninguém te mostra no Jornal Nacional. A decisão de quem julga é de carne e osso, e o estrago é político, não jurídico.
Não é o primeiro caso. Não vai ser o último. Quem vai votar já escolheu de que lado está. E quem tem voto no bolso sabe exatamente quem tá tentando tirar esse voto da mesa.
Eu sou Rogério Nogueira. E esse foi mais um fatídico NogNews.


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