Bom dia, boa noite ou boa sorte, dependendo do estrago que a esquerda fez hoje.
Domingo, 20h, estúdio da Band em São Paulo. Lula e Flávio Bolsonaro se encontraram cara a cara pela primeira vez na campanha. E o presidente escolheu o caminho mais feio.
Flávio foi direto na ferida. Questionou o desempenho eleitoral do petista dentro dos presídios. Pergunta séria, sobre um tema que assusta milhões de brasileiros. Lula não respondeu com dado. Respondeu com ironia: disse que quer receber 100% dos votos dos presidiários e citou o de Jair Bolsonaro.
A PIADA NO LUGAR DA RESPOSTA
Olha o tamanho disso. Segurança pública é o medo de quem pega ônibus cedo e volta tarde. É o comerciante que fecha a porta com receio. Lula pegou esse medo e transformou em brincadeira de palanque.
Ele tinha a chance de explicar o que faz pra segurança. Preferiu fazer graça com o assunto.
O DEBATE VIROU TROCA DE FARPA
Flávio já tinha avisado que ia “esfregar a verdade” na cara do petista. Entrou no ringue com essa promessa. Lula devolveu com deboche.
Não é ironia inocente. É deboche com quem tem medo.
Não é provocação de adversário. É o presidente rindo de uma pergunta que o país inteiro quer ver respondida.
Se o tema é segurança, por que a resposta virou voto de preso? A quem serve essa piada?
Enquanto eles trocam farpa, quem paga a conta é o cidadão que espera a polícia que não chega. Aí o povo espera a Justiça que não pune. Aí a fila do crime anda, e a fila da vítima fica parada.
O eleitor fez a pergunta. O candidato riu. O país pagou.
Quem brinca com o medo do povo um dia precisa encarar o povo. E o povo não está rindo.
Segurança não é palanque. É a vida de quem paga o preço.
Eu sou Rogério Nogueira. E esse foi mais um fatídico NogNews.
Lula preferiu o deboche ao dado. Quem perde é o cidadão com medo.


Notícias
Notícias
Notícias
Notícias